Não me confundas, por favor.
Tu não me conheces, não sabes o que se passa na minha mente,
tão pouco no meu coração.
Não sabes tudo o que eu passei calada, e ainda tive que
manter o olhar iluminado.
Não conheces a minha força.
Não conheces metade da rapariga que sou.
Conheces aquele mísero pedacinho que eu deixo conhecer toda
a gente, mas é um pedacinho que nada diz de mim praticamente. Não me julgues,
não faças uma imagem do que posso ser.
Eu posso surpreender-te, mas também nada impede que eu não
te desaponte.
